sábado, 15 de janeiro de 2011

Dia 09 15/01/2011

Saimos de Rio Branco e fomos atè Senador Guiomard e nos encontramos com Pauláo que nos acompanhou por cerca de 200km atè a cidade de Brasileia. Ali nos despedimos e nos encaminhamos para Assis Brasil para fazer a entrada no Peru.
Apesar de haver muitas nuvens no ceu, o calor era sufocante.
Na aduana brasileira pegamos documento de saida na Policia federal rapidamente.
Atravessamos a ponte e estavamos em Inapari, no Peru. Ai o stress vai a mil. Primeiro tivemos que voltar ate o centro do povoado sob sol escaldante para fazer copias de alguns documentos(ja tinhamos feito diversas dos documentos que pussuiamos), depois o agente da aduana ficava uma eternidade digitando os dados no computador e ainda por cim criou caso com os meus documentos.
Suando em bicas, bebendo agua o tempo todo, nos contivemos e quando pensavamos que estava tudo certo, os policias da fronteira descobriram que havia uma letra digitada errada no numero da placa da GS 1200. Voltamos na aduana e tivemos que esperar mais um bom tempo. No final foram duas horas para passar. Nisto ja eram 14h local, e estavamos com fome.
Prosseguimos e so enconramos povoados muito simples e náo havia nada para comer. Ficamos impressionados com a pobreza desta regiáo do Peru, com pessoas morando em casas de madeira cobertas com telhas de zinco e as vezes ate com sapê. Entretanto deve-se reconhecer a floresta esta muitissimas vezes mais preservada que no Brasil.
O asfalo esta em boas condicoes, porem tem que ter cuidado com animais na pista, tais como boism ovelhas, cachorros e atè perus atravessando a pista.
Chegmos em Puerto Maldonado por volta das 17h local e fomos direto para embarque na Balsa que atravessa o Rio Madre de Dios. Um camrada nos ofereceu atravessar numa balsa pequena, que mal cabia a GS 1200 e ainda por cima para chegar atè ela tinha que atravessar uma pingela na forma de uma tabua estreita. Na mesma hora recusei e o Marco Aurelio viu outra balsa e foi logo subindo com a moto. Quando tentei ir atras, um caminhao de combustivel passou na minha frente e subiu rapidamente. Fui logo em seguida e quando estava acabando de subir a balsa zarpou. Tive que colocar a moto no descanso com ela ja em movimento. Fiquei indignado, porem logo tudo se esclareceu, pois aquela balsa era paricular da empresa conisa, que esta contruindo a ponte e todos os veiculos ali tambem eram. Estavamos de penetra, mas fomos bem recebidos e atè nos forneceras salva-vidas para a tavessia e tudo de graça. Os trabalhos da construçao da ponte estao adiantados e em breve aqui nao havera necessidade de balsa.
Fomos direto para o Hotel Quinta de la Cabana, o unico que se pode indicar nesta cidade.
Tomamos um merecido banho e fomos nos alimentar, nao sem antes elevar diversos brindes com a cerveja cusquenha, agradecendo a diversos personagens que contrivbuiram para o sucesso deste dia.
Amanha, faremos o ataque final, subindo a cordilheira dos Andes atè 4800m acima do nivel do mar.

Rosemberg
Marco Aurelio





























































Um comentário:

  1. É isso aí, viajantes. As dificuldades fazem a viagem ser mais emocionante. Cuidado com a subida. O ar é rarefeito; a pouca oxigenação dificulta a respiração. Os nativos mascam folha de coca para minorar o problema. Nós fizemos isso também e deu certo. Boa sorte!!!
    HT

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