segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dias 20,21,22 - 26 a 28\01\2011

Nestes dias estivemos na estrada, valendo citar: A razoavel qualidade da rodovia entre Cuiabá a Brasilia, com alguns poucos locais ruins.
A dificuldade para se conseguir um hotel razoavel na cidade satelite do Gama, que fica as margens da BR 040, a qual pegariamos no dia seguinte para BH.
O saboroso surubim grelhado que se come abaixo da ponte em Tres Marias.
Visita ao Geraldo, que se encontra em franca recuperação em BH.
De forma que ja estamos em casa, desde sexta a tarde(28\01\2011).
Rosemberg
Marco Aurelio

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dia 19 ( 25/01/2011 )

Esse dia foi reservado para manutencao de nossas inestimaveis companheiras de aventura.
Fomos muito bem atendidos logo cedo na concessionaria BMW em Cuiaba, e tivemos o dia livre para dar uma pequena passeada e descansar um pouco.
Nada de mais, pois o desejo de acelerar voltou a nos atacar e mesmo a revisao tendo acabado la pelas 17h, decidimos dar uma esticadinha.
Saimos do calor insurpotavel de Cuiaba e em poucos quilometros estavamos adentrando num cenario maravilhoso da Chapada dos Guimaraes. A temperatura caiu mais de 10ºC rapidamente e as paisagems eram de tirar o folego.
Passeio rapido e 120km depois ja estavamos em Campos Verdes-MT, onde jantamos e fomos dormir.
Marco Aurelio
Rosemberg

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Dia 18 (24/01/2011)

Saimos de Cacoal-RO por volta de 7:30h. O Luiz Monteiro foi conosco até Vilhena, onde nos despedimos, porque a partir de Comodoro-MT, ele seguiu para Cuiabá via Cáceres e nós fomos via Sapezal/Tangará da Serra.
Até Sapezal o asfalto estava uma beleza, com longas retas. A partir dai, veio a chuva e só para piorar, começaram os buracos. Em Campo novo dos parecis, tivemos que pagar pedagio para os indios, que é algo ilegal, mas parece que é tolerado pelas autoridades, pois existe placa indicando o local para se parar e todos pagam.
Logo na frente ficamos parados por quase uma hora numa barreia, porque estavam retirando um caminhão de transporte de animais, que havia caido no precipicio.
Depois de Barra do Bugres, onde pegamos a rodovia que vem do norte do Mato Grosso, tivemos os caminhões bi-trem, que de lá vem com soja.
Chegamos por volta de 20:00h em Cuiabá.
Rosemberg
Marco Aurelio

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Dia 17 (23/01/2011)

Saimos as 6:30h da casa do Paulo Navarro no Acre, onde fomos acolhidos como pessoas da família e partilhamos momentos de felicidade, que só o motociclismo é capaz de promover. Obrigado Paulo, Obrigado Arlete e a todos ai do Senador Guiomard(Quinari). Viajamos com temperatura muito boa, para a região, que normalmente é muito quente. Estava nublado durante todo o dia, mas não pegamos chuva.
Chegamos em Cacoal, nosso objetivo do dia, as 17:00h. Ficamos no Hotel Açai. Jantamos uma costela de tambaqui muito boa e caimos na cama, porque amanhã tem mais estrada.
Rosemberg
Marco Aurelio

sábado, 22 de janeiro de 2011

Dia 16 (22/01/2011)


















Após cafe da manha, fomos até o centro da cidade de Rio Branco, em quatro motos, eu, Paulo Navarro, Marco Aurelio e o Luiz que chegou do Rio de Janeiro para levar uma BMW GS 1200, que seu filho, o Thales Monteiro deixou aqui na casa do Paulo.
Lá encontramos outros motociclistas dos bodes do asfalto e do BR's, e o papo que rolou foi sobre motos e viagens de motos.
O tempo passou rapido e voltamos as 14:00h para a casa do Paulo em Senador Guiomard, onde almoçamos e tomamos umas cervas.
À noite cantou-se novamente parabens para voce, e comemos outro bolo com recheio de Cupuaçu.
Fomos dormir, porque amanhã rodaremos cerca de 1000km.
Rosemberg
Marco Aurelio

Dia 15 (21/01/2011)




O percurso foi de 500km, de Puerto Maldonado até Rio Branco.


As 7:30h atravessamos 0 Rio Madre de Dios na balsa da companhia construtora da ponte, mas desta vez pedimos prmissão antes.


A previsão para a conclusão da ponte, que já está atrasada, é maio de 2011.


Passamos pela aduana, sem qualquer problema e chegamos a Senador Guiomard, municipi0 vizinho a rio Branco, onde mora nosso amigo o Paulo Navarro, por volta das 16h. Ficamos hospedados em sua casa e nesta mesma tarde ja sopramos a vela do primeiro bolo de cupuaçu. Amanhã tem mais.




Rosemberg


Marco Aurelio

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dia 14 (20/01/2011)

Foi um dia de muitas emoções.
Saimos normalmente as 7:00 de Puno, após informação aparentemente confiavel do agente de turismo que nos recebeu em Puno, sobre uma rota alternativa que reduziria a viagem em cerca de 250km dos 800km previstos originalmente.
Saimos felizes com a expectativa de novas e belas paisagens. E, realmente nos 250km iniciais, até a cidade de Macusani, tudo correu muito bem, com belas paisagens e onde alcançamos o ponto mais alto desta viagem no Paso Abra Oquepuno(4873m).
A partir desta cidade, o cenario começou a ficar mais sombrio. Lá recebemos a singela noticia de que a estrada somente funciona no periodo das 12:00h as 13:00h, por sorte chegamos na barreira por volta das 11:30h, não sem antes percorrermos um desvio por estrada de terra, parecendo um caminho de cabrito.
Na barreira descobrimos que a partir daquele ponto a estrada estava em construção. Decidimos seguir viagem.
12:00h, sinal aberto para seguirmos. Andarmos uns 20km de boa estrada, guardadas as proporçoes do que se seguiria para o futuro.
O rio!!! não havia ponte e tinhamos que adentra-lo, não sem antes nos banharmos com bota e toda a roupa para verificar qual o melhor ponto de passagem. após solicitarmos um operador de maquina com um trator que milagrosamente estava por ali, para minimizar os problemas de buracos, conseguimos avançar com sucesso e com muita adrenalina(haja coração!!!!).
Após a breve comemoração de sucesso nesta terrivel empreitada, tivemos a informação de que haveria mais duas outras do mesmo tipo e muitos quilometros de barro pela frente.
Para sintetizar a estória, foram 180km em 5:00h de viagem.
Ufa!!! finalmente chegamos ao asfalto, estafados, mas contentes por termos vencido todos aqueles desafios. Porem faltavam ainda 180km até Puerto Maldonado e a noite caiu e a chuva veio com força!!!!!!.
Finalmente chegamos a Puerto Maldonado as 20:00h, semivivos porém satisfeitos.






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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Dia 13 (19/01/2011)













De volta a estrada.
Viajamos de Cusco para Puno num percurso de aproximadamente 400km, o qual percorremos em cerca de 5h. O Asfalto neste trecho está com boa conservaçao, entretando há de se tomar muito cuidado com todo tipo de animal a beira da pista, tais como bois, ovelhas, e cachorros. Toda a viagem é realizada no altiplano andino, num vale repleto de montanhas com neve nos seus topos. Em todo o percurso o visual é maravilhoso, Subindo a margem direita do Rio Vilcanota até chegarmos ao paso Abra La Raya a 3.800m de altitude acima nivel do mar, proximo a cidade de Sicuani.
Chegando na cidade de juliaca, ha uma rotatoria, onde por informações erradas acabamos indo passar no centro da cidade, que é uma tremenda balbúrdia, com grande quantidade de motos pequenas, Bicicletas, carros etc em ruas estreitas. O contorno da cidade existe e a dica é não errar nesta rotatoria na entrada da cidade.
Chegamos a Puno por volta de 12:30h e fomos direto para a Praça de Armas, onde nos instalamos no Puno Plaza Hotel.
Almoçamos e após ligeiro descanso, realizamos o passeio no Lago Titicaca, onde conhecemos a comunidade dos Uros, que vivem em Ilhas flutuantes de junco(totora).
Amanha iniciaremos o retorno para o saudoso lar ao encontro dos nossos entes queridos, nao sem antes comemorar solidariamente os aniversarios do Paulo Navarro(nosso amigo de Rio Branco) e de quebra o do Marco Aurelio, com direito a bolo de cupuaçu, promessa de boa farra.
Marco Aurelio
Rosemberg

Dias 11 e 12(17 18/01/2011)






Destinamos estes dois dias para fazermos turismo em Cusco e Machu Picchu.
Ficamos impressionados com a beleza improvavel da obra pelo nivel de dificuldade que se teve para realiza-la.
Seguem algumas fotos ilustrativas do Passeio.
Rosemberg
Marco Aurelio

domingo, 16 de janeiro de 2011

dia 10 - 16/01/2011















Saimos de Puerto Maldonado as 7:30h. Logo na saida perdemos 30 min, porque erramos um desvio de obra na cidade.
Comecamos a subir a partir do povoado de santa Rosa. Entre Mazuko e Quince mil subimos mais e enfrentamos curvas muito dificeis.
Nao havia postos de combustiveis(Autogrifo no Peru) e dessa forma Marco Aurelio foi obrigado a abastecer gasolina retirada de bombonas(nao se sabe a qualidade !).
Em Marcapa fizemos uma parada para beber o cha de coca, para ajudar o organismo a aguentar a subida que a partir daquele momeno seria braba. Qual foi a nossa surpresa, pois nao conseguimos achar o tal do cha, em compensacao paramos e colocamos todo o equipamento para frio que tinhamos e partimos.
Gracas a deus nao pegamos chuva no alto da montanha, e registramos a temperatura minima de 7 graus celsius.
Paramos para registrar o momento em que chegamos no ponto mais alto da rodovia, com quase 4800m, quado sentimos ligeira tontura e coracao disparando aos minimos esforcos.
Foram muitas paradas para fotos, oque prolongou a viagem e a tornou muito cansativa, sendo necessarios mais de 10 h para pouco mais de 500km.
Realmente é uma estrada de tirar o folego(em todos os sentidos), com mutas paisagens de extrema beleza.
Apos o ponto mais alto rodamos por um altiplano, onde surpreendentemente residem muitas pessoas.
iniciamos o processo de descida, com chegada em Cusco por volta de 18h(horario local) e fomos direto para a praca de armas, onde tudo acontece e nos hospedamos no Royal Inka Hotel.
Aqui permaneceremos por mais 2 dias.
Marco Aurelio
Rosemberg





sábado, 15 de janeiro de 2011

Dia 09 15/01/2011

Saimos de Rio Branco e fomos atè Senador Guiomard e nos encontramos com Pauláo que nos acompanhou por cerca de 200km atè a cidade de Brasileia. Ali nos despedimos e nos encaminhamos para Assis Brasil para fazer a entrada no Peru.
Apesar de haver muitas nuvens no ceu, o calor era sufocante.
Na aduana brasileira pegamos documento de saida na Policia federal rapidamente.
Atravessamos a ponte e estavamos em Inapari, no Peru. Ai o stress vai a mil. Primeiro tivemos que voltar ate o centro do povoado sob sol escaldante para fazer copias de alguns documentos(ja tinhamos feito diversas dos documentos que pussuiamos), depois o agente da aduana ficava uma eternidade digitando os dados no computador e ainda por cim criou caso com os meus documentos.
Suando em bicas, bebendo agua o tempo todo, nos contivemos e quando pensavamos que estava tudo certo, os policias da fronteira descobriram que havia uma letra digitada errada no numero da placa da GS 1200. Voltamos na aduana e tivemos que esperar mais um bom tempo. No final foram duas horas para passar. Nisto ja eram 14h local, e estavamos com fome.
Prosseguimos e so enconramos povoados muito simples e náo havia nada para comer. Ficamos impressionados com a pobreza desta regiáo do Peru, com pessoas morando em casas de madeira cobertas com telhas de zinco e as vezes ate com sapê. Entretanto deve-se reconhecer a floresta esta muitissimas vezes mais preservada que no Brasil.
O asfalo esta em boas condicoes, porem tem que ter cuidado com animais na pista, tais como boism ovelhas, cachorros e atè perus atravessando a pista.
Chegmos em Puerto Maldonado por volta das 17h local e fomos direto para embarque na Balsa que atravessa o Rio Madre de Dios. Um camrada nos ofereceu atravessar numa balsa pequena, que mal cabia a GS 1200 e ainda por cima para chegar atè ela tinha que atravessar uma pingela na forma de uma tabua estreita. Na mesma hora recusei e o Marco Aurelio viu outra balsa e foi logo subindo com a moto. Quando tentei ir atras, um caminhao de combustivel passou na minha frente e subiu rapidamente. Fui logo em seguida e quando estava acabando de subir a balsa zarpou. Tive que colocar a moto no descanso com ela ja em movimento. Fiquei indignado, porem logo tudo se esclareceu, pois aquela balsa era paricular da empresa conisa, que esta contruindo a ponte e todos os veiculos ali tambem eram. Estavamos de penetra, mas fomos bem recebidos e atè nos forneceras salva-vidas para a tavessia e tudo de graça. Os trabalhos da construçao da ponte estao adiantados e em breve aqui nao havera necessidade de balsa.
Fomos direto para o Hotel Quinta de la Cabana, o unico que se pode indicar nesta cidade.
Tomamos um merecido banho e fomos nos alimentar, nao sem antes elevar diversos brindes com a cerveja cusquenha, agradecendo a diversos personagens que contrivbuiram para o sucesso deste dia.
Amanha, faremos o ataque final, subindo a cordilheira dos Andes atè 4800m acima do nivel do mar.

Rosemberg
Marco Aurelio





























































Dia 08 14/01/2011


















Hoje ficamos em Rio Branco, passeamos pela cidade e achamos que ela é bem cuidada, com boa sinalização de transito, que em consequencia é bem ordenado. As ruas são limpas e os prédios se apresentam com boa conservação.
O Paulo nos levou até o municipio vizinho de Senador Guiomard, onde ele mora numa chácara de 4 hectare, com muitas arvores frutiferas e até um regato. Lá almoçamos uma excelente refeição preparada pela Arlete e depois fomos até a oficina de um amigo do Paulo e foi feita a troca de oleo da moto do Marco Aurelio.
Aproveitamos tambem para aprontar os papeis para atravessar a fronteira do Peru, o que deveremos fazer no dia de amanhã.
Rosemberg
Marco Aurelio